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A CAPITÂNEA 1503

Foto do escritor: Randal Fonseca
Randal Fonseca
há 2 dias
10 min de leitura

Atualizado: há 13 horas

O PROJETO DE PESQUISA


Como mergulhador, em 1976 proprietário da AQUA-RIO Centro de Atividades Subaquáticas, em Cabo Frio, Búzios e Arraial do Cabo, me associei a Russel Wid Coffin, fotógrafo subaquático, que protagonizava desde 1984 o Comitê Pró-Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, com José Truda Palazzo Júnior e Maria do Carmo Both.


Em 1985 adquiri 80% das cotas da Águas Claras Produções Submarinas, em Fernando de Noronha, com o objetivo de localizar o sítio do naufrágio de Capitânia de 1503, segundo os estudos conduzidos pelo historiador Honoris Saber, Sr. Marcio Werneck da Cunha.


REALIDADE OPERACIONAL

O desafio titânico foi transpor as barreiras burocráticas para realizar pesquisas arqueológicas oceanográficas no Brasil. Um sem-fim de requisitos ia muito além das documentações, pois incluíam tecnologias de prospecção e insumos de operações.


As fainas não ficavam limitadas a pesquisa subaquática, pois aquele ambiente insular apresentava peculiaridades sociais únicas. Nesse aspecto, é importante reiterar que naqueles anos entre 1985 e1988, Fernando de Noronha era Território Federal e estava exclusivamente sob o comando das Forças Armadas - nomeadamente da Aeronáutica.



INSTITUIÇÕES PROTAGONISTAS DO PROJETO DE PESQUISA

  • UNA Cultural – Cabo Frio, RJ – Estudos históricos

  • AQUA-RIO Centro de Atividades Subaquáticas - Cabo Frio: mergulhos de prospecção.

  • Águas Claras – Fernando de Noronha – PE – Arqueologia naval e subaquática


EQUIPE TEÓRICA, CIENTÍFICA E OPERACIONAL


1. Marcio Werneck – Historiador

  1. Randal Fonseca – Mergulhador e protagonista.

  2. Russell Coffin – Fotógrafo submarino e patrocinador.


  1. Henrique Fenstenseifer – Geólogo - Universidade Federal do Paraná


  1. Eduardo Ratton – Engenheiro em mecânica de solos: Universidade Federal do Paraná


  1. Fabio Troian – Geólogo - Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS)


MEERGULHADORES DA ÁGUAS CLARAS FERNANDO DE NORONHA



REGISTROS E AUTORIZAÇÕES GOVERNAMENTAIS

  • Ministério da Cultura

  • Ministério da Educação – CNPq

  • Universidade Federal do Paraná

  • Universidade do Vale do Rio dos Sinos

  • Ministério das Relações Exteriores

  • Comitê para a Festa dos Dois Mundos

  • Ministério da Marinha do Brasil

  • Ministério do Meio Ambiente


LOCAIS E PERÍODO

  • Cabo Frio, RJ (início: 1983)

  • Fernando de Noronha – PE (finalização: 1992)


EMBASAMENTO HISTÓRICO

Estudos realizados por Werneck e mergulhos em Cabo Frio, localizaram a feitoria deixada por Américo Vespúcio, e identificaram os primeiros ancoradouros no Canal de Itajuru, alinhando com a capa da “Carta da Quarta Viagem”, publicada na Europa 1507.



A SOCIEDADE POR COTAS LTDA.

Para assumir a direção da Águas Claras, além de adquirir as cotas, firmei um acordo de participação nos objetivos do Comitê Pró-parque Marinho, com as finalidades de preservação ambiental e de substituir a tradição da caça ao peixe por atividades de mergulho contemplativo, com a proposta de controlar a ameaça do turismo em larga escala.


CONTEXTOS

1.       Conjuntura Histórica

2.       Conjuntura Social

3.       Conjuntura Ambiental

4.       Conjuntura Política

5.       Conjuntura Administrativa

6.       Conjuntura Geográfica

7.       Conjuntura Econômica

8.       Logística operacional


DOCUMENTAÇÃO

1.       Alvará de funcionamento

2.       Licença de armador junto à DPC

3.       Licença de pesquisa junto a MB

4.       Licença de pesquisa junto ao IBAMA

5.       Licença de pesquisa junto ao MinC

6.       Licença de pesquisa junto ao CNPq

7.       Convênios com instituições científicas

  • Universidade Vale do Rio dos Sinos

  • Universidade do Estado do Paraná

  • Universidade de Siracusa - NY - EUA

  • Observatório Nacional do Valongo

  • FUNDAÇÃO AMÉRICO VESPÚCIO


ORGANISMOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

1.       Governo do Estado de Pernambuco

2.       Administração do Território de Fernando de Noronha

3.       Fundação PRÓ-TAMAR

4.       IBDF/IBAMA

5.       PARNAMAR

6.       Fundação Garcia D´Ávila

7. COIPA - Italia S.p.A: shaping the future

Atuava em estratégias internacionais e investimentos estruturais, alinhados ao escopo do Plano Mattei do governo italiano, para fortalecer a cooperação econômica e o desenvolvimento conjunto com países africanos. A similaridade da situação sociocultural do arquipélago, e com base na busca e localização do sítio do naufrágio da Nau de 1503, descrito por Américo Vespúcio, o Sr. Ricardo Fontana, adido cultural da Embaixada da Itália, juntou o objetivo central da pesquisa com o auxílio ao desenvolvimento da pesca artesanal tradicional, aportando investimentos econômicos sustentáveis e de longo prazo, com isso posicionando Fernando de Noronha dentre as estratégias geopolíticas da organização.

8. CISP - COMITATO INTERNAZIONALE PER LO SVILUPPO DEI POPOLI

ONG italiana fundada em Roma em 1983, tinha como missão a cooperação internacional, na promoção dos direitos fundamentais, inclusão social e redução de desigualdades. O foco principal era o saneamento básico (água potável), educação e cultura.

9. AQUATER

A organização do Ministério da Agricultura Italiano que o adido cultural Sr. Ricardo Fontana, trouxe com o objetivo de integrar esforços com as universidades: Federal do Paraná e Vale do Rio dos Sinos para operar o software de sensoriamento remoto do estado hídrico e indicadores de seca, com a coleta de dados de campo sobre água em profundidades, temperatura do solo e biomassa da vegetação, visando aprimorar a gestão dos recursos hídricos da Ilha de Fernando de Noronha.

10.   Consulado da Espanha

11.   Consulado de Portugal

11.   Pronac - MinC

13.   BANCO REAL S/A

Tivemos como interlocutor o Sr. Ricardo Gribel, do então Banco Real - na época, única instituição bancária em Noronha, e que teve interesse no projeto América de Américo.

14.   Brazilian Scuba and Land Tours: principal captadora de recursos tecnológicos e suporte em arqueologia subaquática nos Estados Unidos – Syracuse University – NY.

15.   QUADRATUR – RJ: principal agência de turismo em Noronha a promover as pesquisas oferecendo transporte aéreo e acomodação dos especialistas e professores em geologia.


EMPRESAS E INSTITUIÇÕES COLABORADORAS

  1. Queiroz Galvão

  2. VASP Linhas Aéreas

  3. Nordeste Linhas Aéreas

  4. Falcão Tour - PE

  5. Hotel Esmeralda do Atlântico - FN

  6. Karitas Turismo - PE

  7. II Comar - PE

  8. III Distrito Naval – RN

  9. TV Globo Nordeste - PE

  10. Cia. Vale do Rio Doce - RJ


ESPECIALISTAS

1.       Arqueólogo subaquático

2.       Engenheiros

3.       Biólogos

4.       Geólogos

5.       Geógrafos

6.       Jornalista

7.       Diagramador

8.       Desenhista

9.       Mergulhadores

10.   Cinegrafista

11.   Editor

12.   Arquivista

13.   Contador

14.   Advogado

15.   Marinheiro

16.   Administradores            

17.   Motoristas

18.   Mecânico

19.   Bombeiro hidráulico

20.   Eletricistas

21.   Borracheiro

22.   Carpinteiro

23.   Calafate

24.   Pedreiro

25.   Cozinheiro

26.   Arrumadeira - lavadeira

27.   Faxineiro

28.   Pintor

29.   Professores e instrutores

30.   Auxiliares diversos

31.   Capacitação de Mão de Obra

32.   Mergulhadores 

33.   Marinheiros


ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS

1.    Administração financeira

2.    Almoxarifado

3.    Alojamento

4.    Aquisição e adaptação de edificações

5.     Atracação

6.     Auditório

7.     Bombas de recalque

8.     Compressores de alta-pressão

9.     Computadores (1988)

10.   Embarcações

11.   Fotografia

12.   Garagem

13.   Gerador

14.   Laboratórios

15.   Mergulho

16.   Oficinas (terrestre e marítima)

17.   Operação (terra, mar e ar)

18.   Prospecção e análise de dados

19.   Veículos

20.   Produção de vídeos

  1. Edição de vídeos


ADAPTAÇÃO DAS EMBARCAÇÕES

1.    Aferição de equipamentos especializados

2.    Cursos de especialização da tripulação

3.    Plano de preparação

4.    Plano de operação

5.    Plano de ação em emergências (PAE)


INSUMOS PARA EMERGÊNCIAS MÉDICAS

1.     Bandagens – Compressas

2.     Gesso

3.     Muletas

4.     Oxigênio

5.     Suporte a vida


O INFAME FARDO PARALELO

O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha tem uma história à parte que, embora tenha sido objetivo do Comitê Pró-parque liderado pelo Russel Coffin, Maria do Carmo, Truda Palazzo Jr., que reuniu mais de 80.000 cartas de várias partes do mundo ao então Presidente José Sarney, a unidade de conservação ao assumir as atribuições, passou a antagonizar o projeto América de Américo e optar pelo turismo dos descolados.


A pesquisa arqueológica era um empecilho para as reais intenções das lideranças.

Os objetivos políticos tinham outras propostas, como se pode confirmar nos dias atuais.

Este banner era apenas para distrair as verdadeiras propostas que se consolidaram.



A (DES)QUALIFICAÇÃO

A condição de carência crônica da população local de insumos era utilizada para justificar furtos carinhosamente chamados de "pequenos desvios dos jovens". A segurança patrimonial se tornou uma necessidade para prevenir os inocentes “desvios” que incluíam desde água potável e alimentos, até ferramentas, combustível e roupas a secar no varal.


Para auxiliar na qualificação dos ilhéus, a Fundação Américo Vespúcio firmou contrato de colaboração com a Fundação Roberto Marinho, que cedeu toda a gama de aulas em vídeos VHS dos Telecursos Primeiro e Segundo Grau da Rede Globo de Televisão.


As aulas do telecurso foram disponibilizadas para a Escola do Arquipélago, mas por mais que possa parecer inverossímil, o então governador da ilha Sr. Domício, interferiu e proibiu.

Então, as centenas de fitas VHS que continham a totalidade dos telecursos foram apagadas e posteriormente utilizadas para gravar chanchadas transmitidas pela TV Golfinho.


TODOS SÃO VIZINHOS

Em ambiente insular de dimensões como Fernando de Noronha, todos os moradores se conhecem e assumem ter a intimidade típica dos bons-vizinhos. Sob essa premissa conveniente, os recursos da pesquisa se tornaram objeto de desejo: pois o “vizinho é rico”.


AS ADVERSIDADES

Dentre os principais desafios estava compensar a apatia crônica da população local, relegada a aguardar benesses oferecidas de forma contumaz pelo governo.


Diante da notória indisposição física ou de vontade para realizar coisas, e cientes da desmotivação induzida que se refletia na falta de entusiasmo, desleixo e impassibilidade diante das adversidades atmosféricas, por exemplo, a Águas Claras Ltda. era instada a ceder tudo aos vizinhos, para não sofrer represálias.


AS INDUZIDAS CARÊNCIAS CRÔNICAS

Os órgãos setoriais dos governos nessas localidades remotas, e não apenas em Fernando de Noronha, não têm constrangimento em literalmente “requisitar” ou até mesmo, sem cerimônia, confiscar insumos. Ou seja, qualquer coisa que a iniciativa privada possua e que o governante precise prover deve ser compartilhada. Esses personagens políticos se posicionam como eficazes quando “pegam” da empresa para “atender” a população. Também, utilizam o ardil de provocar intrigas e alimentar uma complexa rede de boatos.


A PRESENÇA DA MIDIA

A mídia, principalmente a televisiva, ao ser convidada pelos governantes, produz um impacto controverso. Por um lado, possibilita sensibilizar patrocinadores potenciais, por outro, mexe com as vaidades dos locais e se torna um problema a mais.


Um problema é o fetiche associado a operações submarinas. Esse imaginário não se dava, por exemplo, na construção da rodovia, pois isso todos podiam ver, porém o que é feito embaixo d'água suscitava ser uma caça ao tesouro do Américo Vespúcio: algo fantástico.


Os ilhéus entendiam que os mergulhadores estavam retirando ouro e pedras preciosas e, durante a noite, embarcavam em veleiros secretos rumo aos Estados Unidos da América.

 

OS CUSTOS DIVERSIFICADOS

Água, energia, transporte, segurança, saúde e comunicação que fazem parte da estrutura operacional da pesquisa é solicitada pela administração pública para mostrar à população que fazia valer sua autoridade – já que na prática nada faziam.


A PRAGA GOVERNAMENTAL

O projeto de busca e localização da Capitânia de 1503 era assediado diuturnamente por agentes governamentais a exigir propinas e participar das operações para as quais não tinham aptidão ou função, criando dificuldades operacionais e de relacionamento.


Esses personagens encastelados nos órgãos de governo gostavam de aparecer na mídia e noutros eventos de divulgação, promovidos por meio de feiras, congressos internacionais.


A insistência em aparecer como protagonistas da pesquisa era um problema, mas o ainda mais grave, foi o Governador da Ilha pedir propina dentro da Embaixada da Itália, Esatitude insólita se deu diante dos geólogos e do adido cultural Sr. Ricardo Fontana, dirigida diretamente, em alto e bom som, ao embaixador italiano Sr. Antonio Ciarrapico. Isso mesmo, o então governador da ilha de Fernando de Noronha, sentado à cabeceira da mesa das negociações na Embaixada da Itália em Brasília, após tirar os sapatos e, esfregar as meias dos pés, se pronunciou ao embaixador aludindo "gostar da Máfia", e acrescentou que "a família dele era a máfia" (...), pois para ele, a máfia sabia retribuir com dinheiro. E ainda acrescentou que "cientistas se satisfazem com pesquisas, e ele preferia o dinheiro".


Após essa fala inacreditável, o embaixador se levantou e saiu da sala. A seguir, um assessor cerimonial entrou e comunicou que o embaixador encerrou a reunião, e sem explicações, apontou o caminho para porta de saída. No corredor de saída, o Sr. Ricardo Fontana adido econômico da embaixada nos acompanhou explicando"ser a máfia a vergonha do seu país e que os brasileiros são macacos". Na rua, diante da embaixada com as portas fechadas ficamos expostos a um calor causticante, sem direito a chamar um taxi (não exisita celular).


SEM CONDIÇÃO DE SUBORNOS INSTITUCIONAIS

As despesas com a pesquisa são controladas nos mínimos detalhes, portanto, não havia hipótese de desviar qualquer valor para arbitrariedades populistas: nada podia desaparecer.


BOICOTES INSTITUCIONAIS

Ao fazer boicotes, as autoridades tem como finalidade coagir os responsáveis pelas pesauisas a oferecer mimos institucionais. Assim, para escapar das investidas dos algozes, foi necessário criar duas operações, uma para executar as ações diretamente relacionadas à pesquisa, e outra, para dar atenção aos agentes do mal. As ações para satisfazer a sanha dos comensais, no entanto, precisavam parecer verdadeiras, e por isso, geravam custos.


OS RISCOS INERENTES AOS MIMOS

Se ocorresse algum evento negativo durante as operações "fakes" de agrado aos déspotas, fossem essas de passeio de barco ou mergulhos recreativos, precisavam estar de Seguro.


OS NÍVEIS DE ESTRESSE

Trabalhar em áreas oceânicas é, pela própria natureza uma atividade desafiante, então operar em meio a intempéries para agradar os corruptos, produz nível elevado de estresse, tanto para manter o relacionamento afável, como para lidar com as variações atmosféricas. "Nada pode sair errado, nem mesmo enjoo por mar agitado". Os comensais são frágeis.


A ARQUEOLOGIA É UMA CIÊNCIA SOCIAL

Fazer arqueologia implica a capacidade de se envolver com a cultura local e administrar o social do momento, enquanto interpreta o passado para alcançar o objetivo do projeto. É preciso ser sensível para entender os valores culturais que variam com os contextos.


OS DIFERENTES CONTEXTOS

Os ambientes marítimos e submarinos variam ao longo da duração do projeto. No caso da Capitânia de 1503, nossa equipe conviveu com uma miríade de mudanças nos contextos.


Passamos do contexto de Cabo Frio, para o de Fernando de Noronha, que por seu turno passou da administração da Aeronáutica, para o EMFA – Estado Maior da Forças Armadas sob o comando da Marinha. Depois, passou do ENFA para o Ministério do Interior. A seguir, passou para o Governo do Estado de Pernambuco que, se envolveu em acirradas disputas com o IBAMA pelas áreas terrestres no entorno do Parque Nacional Marinho.


Não há tesouro. Não há glória. Não há remuneração. Somente há determinação.

Após mais de três décadas desde a concepção do Projeto de Busca e Localização da Capitânea de 1503, muita coisa mudou no contexto do arquipélago. As mudanças estavam claramente direcionadas ao turismo de massa, exigindo eliminar as propostas científicas.


Infelizmente membros da pesquisa alinharam com os políticos e atraiçoaram o projeto.


As constantes ameaças políticas ao Projeto de Pesquisa, atingiram diretamente o funcionamento da empresa Águas Claras. Dessa forma, a determinção de manter a linha filosófica da Ciência, se tornou um empecilho para as políticas de turismo de massa.


As ameaças que originalmente eram em nível de exigências documentais esdrúxulas, passou literalmente a ameaças físicas e literalmente a ameaça de morte, emplena luz da manhão, no Poroto Santo Antônio, com uma pistola 45 apontada ao peito, diante de turistas incrédulos, e da celebridade Lucélia Santos que liderava um grupo de chineses.


A PESQUISA VIROU SAMBA NA AVENIDA

Após encerrar e repassar a administração da Águas Claras a outros meergulhadores, uma série de eventos espatafúrdios foram protagonizados pela administração do arquipélago, sendo um deles emblemático, quandoa Sra. Marieta Borges, documtadora (já falecida), foi na avenida, na alegoria da Escola de Samba Mangueira, sendo ela o Américo Vespúico.


AS EVIDÊNCIAS DA NAU CAPITÂNEA DE 1503

Os detratores administradores de plantão, diante das evidências de termos localizado as anomalias magnéticas e de ter sido comprovado a existência de fósseis que corroboravam com a descrição do Rato Saltão, na Carta de Vespúcio a Piero Soderini, e ainda, conscientes do contexto social e econômico que havia se formado no entorno do projeto, encerrei o projeto, mas o resultado já estava consagrado. Confira no artigo:


















































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