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A APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

A proposta é promover o ensino-aprendizagem adaptando continuamente os objetivos da educação pública aos desafios socioambientais que se apresentem ao longo do tempo.


A aprendizagem formal ocorre por meio da educação conceitualmente institucionalizada, intencional e planejada por meio de organizações públicas e órgãos privados reconhecidos.


Os programas de educação formal são, portanto, reconhecidos como tal pelas autoridades educacionais nacionais relevantes, autoridades equivalentes, ou instituição que firme contrato de cooperação com as autoridades educacionais nacionais ou delas derivadas.


A educação formal consiste principalmente na educação básica. A educação profissional é direcionada a formação específica e especial. Alguns segmentos da educação de adultos são reconhecidos apenas como um complemento do sistema de educação formal.


A EDUCAÇÃO PÚBLICA PARA DESASTRES (EPD)

O programa EDP vai além: é um ensino-aprendizado voltado a sobrevivência.


A EPD está relacionada ao programa de Redução de Riscos de Desastres (RRD). 


Esse nível de envolvimento institucional tem a ver com um processo abrangente em que a Gestão de Emergências se apresenta como uma solução possível, quando implementada nos diferentes contextos com métodos andrológicos direcionados a diferentes audiências.


MÉTODOS DE APRENDIZAGEM

Ao conceituar a EPD usando os métodos de ensino-aprendizagem adaptados aos contextos, demonstra a riqueza e a variação abrangente das iniciativas. Ao mesmo tempo, a distinção vertical de critérios formais, não formais e informais nem sempre consegue abranger a diversidade horizontal da EPD.


Muitas iniciativas de EPD precisam ter mais de um método de aprendizagem. A EPD colaborativa entre a escola formal e a comunidade é considerada eficaz, desde que empregue métodos pedagógicos e andrológicos ao ser direcionada a grupos afins.


Alguns autores argumentam que na escola a EPD formal está se tornando mais significativa porque "as crianças são as mais vulneráveis durante um desastre" e "elas são o futuro".


Ao mesmo tempo, a EPD tem um potencial de impacto positivo mais amplo, pois a escola serve como um local em que a comunidade promove reuniões e atividades em grupo.


Os efeitos da educação formal podem, portanto, abranger simultaneamente os pais e autoridades da comunidade. A escola de ensino formal desempenha um papel crítico na conscientização dos pais, bem como na preparação de membros da comunidade local para preparar, responder a emergências e recuperar de desastres. Combinar as oportunidades formais, não formais e informais parece ser o caminho a seguir para uma RRD eficaz.


BREVE HISTÓRICO DA APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

A partir da década de 1990, agências internacionais e governos nacionais passaram a publicar documentos de políticas públicas sobre a aprendizagem ao longo da vida. Essa proposta implicou em promover um processo para adaptar continuamente os objetivos da educação pública de acordo com os desafios que se apresentem ao longo do tempo.


Os objetivos de desenvolvimento sustentável endossados ​​pelos governos nacionais buscam garantir a educação de qualidade inclusiva e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. Essa proposta é para já, com olho no futuro.


A recente sugestão é que a aprendizagem ao longo da vida possa incluir famílias que se preparam para responder e recuperar de desastres naturais e causados ​​pelo homem.


Como é do conhecimento dos envolvidos com o tema, o escopo da aprendizagem ao longo da vida tem sido limitado a hobbies e qualificação profissional com vista a empregabilidade. No entanto, a estrutura de aprendizagem ecológica, por exemplo, examina como a comunidade reage a desastres ambientais, e como a comunidade se comporta nos contextos pós-desastre.


O processo de aprendizagem se posiciona em direção a preparação para desastres que, da mesma forma, precisa ser ao longo da vida, empregando as experiências e iniciando uma reflexão crítica para dar ênfase a gestão de emergências ao lidar com desastres futuros.


Em síntese, essa aprendizagem precisa ser a ação transformadora dos líderes universitários.


A CRÍTICA DA APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA

Vários autores levantaram preocupações contra a natureza multidimensional da "aprendizagem ao longo da vida", pois esse conceito permite várias interpretações em momentos e contextos diferentes. Essa proposta atrai a atenção das autoridades políticas porque os seus ideais utópicos, em geral um tanto vagos, podem ser convertidos em uma ideologia. Uma ideologia porque a aprendizagem ao longo da vida traz uma visão de futuro e, daí passa a ser uma oportunidade racional para a democratizar a educação.


A Educação para Desastres (ED) aplicada ao longo da vida inclui, portanto, a escolaridade formal, as campanhas de informação pública, as ações de preparação para desastres, o treino de grupos voluntários de resposta, as ações de mitigação de riscos a perigos e o aprendizado para recuperar após a experiência de desastre. Ou seja, a proposta pode abranger qualquer ou todas as etapas da gestão de emergências: mitigação, preparação, resposta e recuperação.


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