SABER COMO OPERAR O SCC
- Randal Fonseca

- há 2 dias
- 3 min de leitura

Ao final de um curso SCC-100, que é a porta de entrada, o participante deverá saber:
Definir gestão de emergências.
Conhecer a origem da gestão de emergências.
Listar os três conceitos básicos da gestão de emergências.
Identificar as quatro etapas da gestão e o que está incluso nas três fases de cada etapa.
Definir as três características essenciais do gestor de emergências segundo Drabeck.

Listar as responsabilidades de gestor de emergências.
Entender as responsabilidades implícitas a etapa mitigação
Identificar os perigos potenciais sob responsabilidade do gestor.
Analisar os riscos associados a cada perigo identificado.
Determinar os níveis de vulnerabilidade aos riscos dos perigos identificados.

Identificar os responsáveis para a etapa da mitigação.
Listar os elementos envolvidos na etapa da preparação.
Distinguir o que faz parte do planejamento dos que não fazem.
Descrever as três seções do Plano de Ações em Emergência.
Listar e definir as oito seções do plano básico-estrutural.
Definir os cinco tipos de exercícios para avaliar a eficácia de um Plano.
Listar as formas para estabelecer e gerir um Centro de Operações em Emergência.

Identificar os cinco estágios das ações de resposta
Listar as atribuições do gestor em cada um desses cinco estágios.
Saber como ativar o Centro de Operações e as formas de funcionamento.
Saber lidar com a mídia e com os rumores.
Definir como melhorar a qualidade das respostas com a educação pública.
Listar as atividades relacionadas a recuperação de impactos.
Identificar onde obter recursos adicionais
Saber monitorar a qualidade dos recursos adicionais.
Listar as formas para resolver problemas com o estafe do comando.
Listar as formas para planejar e preparar o orçamento.
Identificar os aspectos contábeis dos recursos.
Identificar os treinos para melhorar a qualidade técnica da gestão de pessoas
Cursos avançados nesta matéria incluem o SCC 200 e SCC 700 (CMA)

O SCC 700 é orientado para a CMA – Coordenação Multiagência.
São quatro elementos-chave para implementar a gestão de emergências:
Aprendizado. Todos os atores que de alguma forma possam ou precisem integrar o elenco do Sistema de Coordenação e Comando (SCC), incluindo voluntários, devem aprender com profundidade a finalidade do sistema. Quanto mais o SCC for entendido e quanto mais familiarizado estiverem os atores com a estrutura do SCC, melhor será a qualidade da estrutura organizacional para responder a eventos indesejáveis que impactam a sociedade.
Planejamento. Considerando que a implementação do SCC deve estar consignada às oito macros-situações possíveis, esta é uma tomada de decisão com bastante antecedência. O desenvolvimento de um Plano de Ação em Emergência deve estar de acordo com as responsabilidades atribuídas aos participantes durante os oito tipos gerais de impactos.
Começar logo. A implementação das ações deve ter início o mais rápido possível, e deve considerar a possibilidade de mais de uma agência estar presente no incidente.

Prática. Treinamentos periódicos e simulações consistentes são elementos fundamentais para criar as condições de desenvolver habilidades e oportunidades de envolver todos os atores. É importante manter a proficiência, empregando o SCI em pequenas ocorrências e mesmo em eventos sem emergência. Tanto os planejadores como os profissionais que atendem emergências em todos os níveis, precisam entender a autoridade que cada agência possui e os recursos que cada uma delas traz para um incidente específico. Quando os planos e os procedimentos ficam esclarecidos e são entendidos, as agências podem então dar suporte umas às outras com eficácia.

No entanto, a cada novo atendimento o tipo de resposta ensinará novas lições, as quais deverão ser continuamente refinadas em procedimentos e processos, desenvolvimento de melhores métodos e integração das agências em termos de suas necessidades e ações, ou seja, “a Coordenação”.




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