top of page

OS PRIMEIROS SOCORROS

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

VER A VIDA COMO PENSAMOS NELA 

Toda ameaça a vida precisa ser conhecida e controlada



AVALIAR A CENA DE EMERGÊNCIA

O socorrista precisa obter informações objetivas, começando por identificar o que causou o evento, a cinemática das lesões, a presença de substâncias químicas, embalagens, e então interpretar fatores subjetivos associados, como a condição climática, o dia da semana, o horário, a iluminação, odores e influências socioculturais, por exemplo.

A ocorrência na saída das escolas tem composição diferente de outra em final de semana.


Ao conhecer os recursos da localidade permite saber o que solicitar ao ligar para o Centro de Telecomunicações em Emergências, repassando ao atendente o local, o problema, número de vítimas, a segurança da cena e número de pessoas precisando de ajuda.

Em incidentes automobilísticos o socorrista deve considerar a possibilidade de atender vítimas de diversas idades, portadores de doenças contagiosas, níveis de estresse.

Também, deve verificar a presença de animais domésticos, vazamento de combustível, metais retorcidos, portas emperradas e eventualmente, substâncias e cargas perigosas.


NÚMERO DE VÍTIMAS

Critérios para avaliar o número de vítimas determinam o tipo de desafio que enfrentará.


PRECAUÇÕES UNIVERSAIS

As Precauções Universais são medidas discutidas nos artigos de Bioproteção onde são listadas as ameaças e os procedimentos e as barreiras contra doenças contagiosas.


OBTER AJUDA

Ao identificar os perigos na cena, o socorrista deve considerar sua habilidade para controlar qualquer ameaça e, se necessário, solicitar auxílio que pode incluir: profissionais da saúde, polícia, bombeiros, grupo de operações especiais, companhia de gás, de energia elétrica, ou outros recursos com máquinas para liberar vítimas presas em ferragens.


Atenção especial deve ser dada aos veículos elétricos com potencial de fogo e explosão.



MECANISMO DA LESÃO

Procure identificar detalhes o que ocorreu. Uma queda de altura pode ser descuido ou pode resultar de mal súbito que compromete o equilíbrio da pessoa.   


Nas cenas envolvendo veículos automotores, o exame detalhado incluirá interpretar a cinemática da colisão ou batida, projetar o mecanismo de trauma e os danos sofridos pelo veículo, que indicam a energia cinética absorvida pelos ocupantes.



Uma batida frontal apresentará deformações diferentes de uma colisão lateral que poderão indicar os tipos de traumas nos ocupantes. Por exemplo:

  • Um para-brisa quebrado pode indicar que o ocupante bateu a cabeça;

  • Se o volante estiver torcido, pode apontar trauma no tórax no condutor.

  • Um ocupante consciente poderá dar informações.

  • Testemunhas podem adicionar dados

  • Outras testemunhas podem ter diferentes pontos de vista

  • Se houver pessoal qualificado, conte com a ajuda e direcione os esforços.

  • Conduza a avaliação detalhada de cada vítima.


AVALIAÇÃO INICIAL DA VÍTIMA

O objetivo é obter uma visão geral da pessoa, como idade aproximada e sexo.

Ao analisar a cena é possível fazer projeções sobre fatores objetivos e subjetivos, como como agravos súbitos de saúde que auxiliem a selecionar as diretrizes de procedimentos.


A visão geral da cena não deve eliminar a avaliação detalhada, inclusive de outras pessoas na cena que possam apresentar reações ao estresse, como a negação, raiva ou depressão.


Comentários


bottom of page