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HABILIDADES DOS LÍDERES

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 1 dia
  • 3 min de leitura

A gestão de fenômenos socialmente perturbadores é uma habilidade intrínseca aos líderes.


As comunicações verbais, escritas e imagéticas devem ser adotadas tanto para formar funcionários iniciantes, como para mantê-los qualificados em processo contínuo, para que mantenham a proficiência ao responder e controlar emergências, independentemente do tipo e natureza dos problemas que se apresentem pela primeira vez ou de forma sincrônica.


A competência em gestão de emergências pode contribuir no processo de minimizar os danos provocados pelos mais diferentes tipos de ameaças, mas a falta de uma liderança competente e eficaz pode agravar significativamente a condição.


As emergências não marcam hora, local ou magnitude para provocar assombros e, por isso, as organizações precisam manter seus colaboradores em estado natural de prontidão para identificar indícios de cominação e agirem para controlar seus efeitos.


O Plano de Ação em Emergências (PAE) é o dispositivo empresarial que faz a diferença quando desenvolvido e mantido de forma consistente com a dinâmica das atividades.


Fica evidente que não há como responder se não houver planejamento, preparação, treino e avaliações sistematizadas a adequar as ações diante do evento inusitado.  


TER UM PAE FAZ A DIFERENÇA



POR QUE A LIDERANÇA PRECISA DE UM PAE

As habilidades operacionais e o conhecimento contribuem para o sucesso de uma empresa.


No entanto, um líder eficaz pode ir além, prevenindo que eventos perturbadores ao impactar não alcancem as lideranças com processos jurídicos e difamação da moral.



As lideranças ficam vulneráveis quando não têm PAE e Plano de Continuidade de Negócios.


Líderes eficazes exibem estilos colaborativos ou de coaching, ajudando os trabalhadores a desenvolverem habilidades e pensamento crítico para tomada de decisão, mas se não outorgarem a “autoridade excepcional em emergências” declararão ser ele, o líder, o único a assumir as responsabilidades por danos ambientais, mortes, lesões e perdas patrimoniais.


A outorga de autoridade excepcional depende de diretrizes e padrões de procedimentos redigidos e aprovados, de forma a expressar o resultado do planejamento participativo.


Líderes eficazes preparam seus funcionários para “sozinhos” assumirem as tarefas de controle e contribuírem com o fortalecimento do grupo. Quando os líderes investem no planejamento estratégico, há valor agregado às competências dos seus colaboradores.



A liderança é fator preponderante para inspirar a equipe a atingir uma ampla gama de objetivos, desde cumprir metas, até enfrentar impactos operacionais e mercadológicos.

Líderes devem olhar para o sucesso de seus funcionários como sendo os seus propósitos.



O QUE ACONTECE SEM LIDERANÇA VISIONÁRIA?

A principal qualidade que um líder traz para sua empresa é a visão de futuro.


Uma organização pode enfrentar uma infinidade de aborrecimentos sem um plano de longo prazo; OU SEJA, um líder pode investir com sucesso na infraestrutura, mas não conseguir responder a eventos que impliquem em responsabilizá-lo juridicamente.


A falta de visão do líder pode resultar em problemas que maculam sua reputação e, que inclusive, alcancem seus familiares. Impactos ao meio ambiente e que atinjam grupos sociais exemplificam como as perdas e danos não ficam circunscritas às econômicas, de mercado ou a credibilidade de clientes - esses eventos vão além, muito além.


Os líderes que não entendem a importância de se protegerem, acreditando que solucionarão os desafios quando, por exemplo, a organização protagoniza danos ambientais com magnitude suficiente para atrair a atenção da mídia, podem não apenas perder bons funcionários devido a questões morais e de costumes, mas experimentar dissabores jurídicos e sociais que perduram - às vezes pela vida inteira e descendentes.


Muitos líderes presumem que eventos inesperados com magnitudes que interrompem a atividade social organizada, devem ser controlados pelos bombeiros: esse é um erro fatal.

Os bombeiros ajudam, mas essa ajuda revela a falha, evidenciando a irresponsabilidade do líder que não declarou a outorga de autoridade excepcional em emergências.


Depender das agências governamentais para desenvolver PAE da organização com fins lucrativos, como para treinar seus agentes é um engano contumaz, praticado a exaustão.


Se os líderes não demonstrarem a capacidade de previsibilidade e não investirem no desenvolvimento do PAE com mecanismos auxiliares competentes, podem vir a acabar mal, e até presos por improbidades administrativas.


Exemplos estão aí a demonstrar que isso é verdade. É realidade. Melhor é estar preparado.








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