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ESTRESSE DO SOCORRISTA (1)

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Ao controlar agravos de saúde nos diferentes ambientes sociais


A PRIMEIRA REGRA É MANTER O ESPÍRITO TRANQUILO

Os socorristas são ensinados a controlar suas emoções nos diferentes ambientes sociais.

No entanto, quando no contexto ocorre um agravo de saúde, ao prestar os primeiros socorros o provedor deve considerar os efeitos do estresse em si, e em outras pessoas.


REAÇÕES EMOCIONAIS SOCIOAFETIVAS

O socorrista deve considerar que o estresse é uma condição de pressão e ansiedade com potencial de a vítima, amigos, familiares e outras pessoas na cena que reajam por fatores emocionais socioafetivos inconscientes e direcionem ímpetos de violência ao socorrista.


CONTROLAR OS ASPECTOS EMOCIONAIS

Quando o socorrista reconhece fatores que podem afetar seu bem-estar físico e emocional, terá oportunidade aplicar as técnicas de controle emocional em si e nas pessoas na cena.



A DEFINIÇÃO DO ESTRESSE

O estresse tem sido definido como uma sobrecarga sentimentos.


Por exemplo, um indivíduo colocado sob significativa pressão emocional tem potencial de reagir de forma imprevisível em relação ao socorrista prestando os primeiros socorros.


É importante lembrar as regras de ouro para controlar o estresse:

  1. Manter o espírito tranquilo ao observar as pessoas.

  2. Interpretar os desafios de pessoas em cada ambiente.

  3. Enfrentar as ameaças pelo que elas efetivamente são.

  4. Pessoas podem abraçar sem ter intenção de violência.


Um recurso é manter a boa forma com exercícios físicos e treino em defesa pessoal.


FISIOLOGIA DO ESTRESSE

O termo “estresse” expressa uma resposta natural do organismo quando exposto a circunstância inesperada que provoca uma carga emocional acima da capacidade de a pessoa agir de forma controlada.

O processo para administrar o estresse e prevenir contrarreações, inclui saber que, na prática, é um conjunto de impulsos, como fome, medo, t atração sexual, excretar ou dormir.

Sensores externos do cérebro

Quando o cérebro percebe uma ameaça através dos sentidos da face (visão, audição, olfato, paladar e tato térmico), o sistema nervoso simpático é ativado e o cortisol e adrenalina são liberados em maior quantidade pelas glândulas adrenais.


Com os níveis mais elevados de adrenalina no sangue ocorre a vaso constrição, e aumento dos batimentos cardíacos, respiração e tensão muscular.


Hormônios, como a catecolaminas (norepinefrina e a epinefrina) são liberados pelo sistema nervoso simpático e pela medula da glândula adrenal, enquanto os glicocorticoides (adrenalina, dopamina e cortisol) são liberados pelos córtex das adrenais.


RESPOSTAS HORMONAIS

As reações experimentadas pela pessoa estressada cessam rapidamente, no entanto, dependendo de características individuais, as reações podem ser duradouras.


Muitas pessoas têm propensão a responder de forma crônica ao estresse e se tornam suscetíveis aos efeitos tóxicos prolongados dos hormônios. O despreparo emocional produz ansiedade e depressão. Sem o controle adquirido com treino e boa alimentação, os hormônios liberados ativam respostas exageradas que na maioria são infundamentadas.

Medos e angústias de ameaças irreais, em geral, decorrem de processos educacionais e fragilidades que conduzem a estados de ansiedade e depressão.

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