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DESCARRILAMENTOS (5)

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 7 horas
  • 3 min de leitura

A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DO SCC

O núcleo duro do estafe operacional para recursos cooperados.


Na função de gestora de emergências do município “Propensa a Crises”, Jane constatou que cidades vizinhas não possuíam o Plano de Operações em Emergências (POE) para orientar os planos de ações em emergências (PAE) das empresas privadas, de forma a possibilitar a integração de esforços de resposta a emergências e recuperar de desastres.


Jane convidou as lideranças das cidades vizinhas para um Seminário.


No escopo do evento Jane explicou que o Sistema de Coordenação e Comando (SCC) é composto por funções:

  • O Comandante é responsável por estabelecer as prioridades da resposta;

  • O Coordenador de Operações define as estratégias;

  • O Coordenador de Inteligência prepara o Plano de Ação na Cena, mantendo uma visão geral dos recursos e documentando as operações;

  • Coordenador de Logística disponibiliza apoio aos recursos;

  • O Coordenador de Finanças/Administração monitora os custos, contabilizando o desembolso das operações.


Jane chamou atenção para a importância da Coordenação Multiagência (CMA) onde atuam os políticos e representantes das agências, auxiliados pelo Supervisor de Segurança que monitora os atos do Comandante, informando o Supervisor de Relacionamentos que intermedia a comunicação entre os grupamentos envolvidos nas operações de resposta.

No segundo dia do Seminário, Jane reiterou a essencialidade do Plano de Operações em Emergência (POE), por ser um documento obrigatório desenvolvido pelos governantes para servir de base às empresas privadas, de forma que cada uma possa desenvolver o próprio Plano de Ações em Emergências (PAE). Ou seja, os planos constituem um conjunto de diretrizes que orienta como atuam os esforços cooperados durante a etapa da resposta.


Jane acrescentou que a Coordenação Multiagência (CMA) apoia os esforços na cena e ainda esclareceu que a qualidade da resposta depende de treinos e exercícios simulados.

Com cada um, Jane mostrou que os planos de ação na cena definem a eficácia da resposta.

Foi nesta oportunidade de reunir com cada participante do Seminário que quiseram saber de forma retórica o porquê de os Planos de Emergência (POE) serem tão importantes.

Jane então voltou a explicar em particular que o POE é o documento que fornece as diretrizes políticas e financeiras para uma resposta coordenada e eficiente.


Jane acrescentou que o POE é a defesa da comunidade diante de impactos, por isso, deve seguir padrões nacionais para garantir a integração sem causar conflitos multijurisdiscionais. Deu exemplos de emergências complexas, como queda de aeronaves, incêndios, derrames de produtos perigosos, descarrilamentos, inundações e atos terroristas.


Jane acrescentou que o Setor de Operações é o responsável por solucionar, as falhas nas comunicações, a abrangência de controle nos níveis de supervisão, as prioridades dentro dos bairros das cidades, a duplicidade de esforços, e a linha hierárquica nas equipes.

Jane dedicou a terceira parte do Seminário para explicar sobre as instalações do SCC que são padronizadas para evitar conflitos com as estruturas físicas das rotinas das agências nas cidades. Disse também que no SCC o Posto de Comando é a primeira instalação a ser ativada para o comandante supervisionar a resposta.


Explicou que depois do Posto de Comando outra instalação ativada é a Base, onde os recursos se apresentam, são registrados e ficam de prontidão, e acrescentou que o Pátio de Operações é onde os serviços de suporte são executados, e que a Concentração é a instalação onde os recursos aguardam a designação, para alimentação e repouso.

O Heliporto é o local onde as aeronaves de asa rotativa podem ser abastecidas e receber algum tipo de manutenção ou ser carregadas com equipamentos. O acesso ao heliporto é restrito a pessoal credenciado e, que pode haver um heliponto, junto a Base, Posto Médico ou da Área de Abrigo.

O Heliponto é um local demarcado na cena apenas para uso temporário, onde helicópteros podem descer com suprimentos, próximo a qualquer instalação, menos junto ao Heliporto.


PLANEJAMENTO E INTELIGÊNCIA

As atribuições deste Setor incluem, coletar, avaliar e divulgar as a inteligência da resposta. É neste o setor que o responsável emite o Plano de Ação na Cena e define as estratégias para ativar, monitorar os recursos e desmobilizar, mantendo controle da documentação.


Este setor é também responsável pela Logística dos serviços de apoio e suporte, incluindo obter, manter o pessoal, os equipamentos e suprimentos, além de disponibilizar dados para o Plano de Comunicações. Também, providencia alimentação, mantém a limpeza e asseio das instalações, além de transportes terrestres e os serviços médicos para o pessoal na cena.


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