DESCARRILAMENTOS (3)
- Randal Fonseca

- há 3 horas
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O SCC COMO FERRAMENTA DA GESTÃO E O SUCESSO DA JANE
As lideranças das empresas de trens e as autoridades do município, compartilharam um entusiasmo esfuziante com a Acreditação em Melhores Práticas, pela eficácia do Plano de Operações em Emergências (POE) desenvolvido sob a égide dos Códigos de Conduta.
ACREDITAÇÃO DO MUNICÍPIO PROPENSA A CRISES

Jane Iniciante foi indicada o cargo de Gestora de Emergências e logo que assumiu a função definiu ações de preparação para uma atuação responsável dos recursos com o SCC/CMA.
A ESSENCIALIDADE DA COORDENAÇÃO E COMANDO
Jane conseguiu integrar diferentes recursos em uma rede de ajuda mútua das empresas ferroviárias, concessionária de rodovia, polícias, bombeiros, SAMU, e ONGs de voluntários.

Após definir as prioridades e coordenar ações cooperadas, Jane estando no Comando no sistema SCC direcionou as equipes especializadas e obteve o apoio de pessoal leigo, para executar ações dentro de uma cadeia hierárquica, controlando a expansão e retração, sem conflitar com limites jurisdicionais.
COMO SE DEU A FORMAÇÃO ACADÊMICA DA JANE

Jane obteve o diploma de nível superior em Gestão de Emergências, e logo aplicou suas competências acadêmicas ao promover mudanças nas visões estratégicas dos líderes e ao trazer novos conceitos para embasar as decisões burocráticas dos políticas do município. Com isso, Jane mudou paradigmas tanto das empresas como das autoridades, saindo do ultrapassado método pragmático para o conceito programático, como agente de inovação .
Jane entendeu e preparou as bases para integrar esforços economicamente orientados.
A partir daí os demais agentes sociais estabeleceram uma relação empresa-comunidade como um binômio inseparável ao lidar com emergências.
Jane elevou o nível de qualificação profissional de toda sua equipe, e tem se mantido atualizada com as lições do Jornal da Gestão de Emergências, onde os resultados de pesquisas sociológicas demonstram a abrangência da disciplina que está a promover horizontes seguros a riscos associados a perigos conhecidos, fechando as vulnerabilidades.

A GESTÃO ESTRATÉGICA
Os gestores de emergências precisam ter um olhar abrangente em relação à atribuição. Devem se envolver nas reformas com vocação de planejadores incansáveis, visionários, promotores de futuros seguros e resilientes.
O Gestor de Emergências prepara as bases logísticas, estratégicas e táticas para que o SCC seja eficaz. Não há como operar o SCC sem antes alinhar conceitos e consensos táticos.

É imperativo que atores envolvidos, como políticos, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, gestores do sistema de saúde pública e dirigentes das empresas usuárias do sistema, se unam para implementar o programa de Gestão de Emergências para operar o SCC e CMA.
Não há lógica de segurança quando linhas férreas e rodovias são construídas, sem que antes se tenham os recursos para lidar com intercorrências envolvendo, principalmente o transporte de produtos perigosos. É simplesmente um erro de planejamento estratégico.
HA QUE MUDAR DE PARADIGMA
As autoridades e lideranças devem substituir a tradicional reatividade pragmática, e aprender a planejar com vista a ingressar na nova era da proatividade programática.

Jane valorizou a leitura das publicações do JGE, e aconselhou os dirigentes que ocupam cargos e atribuições críticas nos modais de transporte em Propensa a Crises. Jane convidou a mídia tradicional a conhecer o Jornal da Gestão de Emergências, por razões operacionais, sociais, ambientais e de comunicação, pois essas atividades estão no plano estratégico.
OUTORGA DE AUTORIDADE EXCEPCIONAL
Essa outorga é o tendão de Aquiles no processo de proteção do CEO das empresas. Essa ordenança previne o erro conceitual de dar o poder financeiro ao Executivo Superior, sob o pressuposto de que competirá a esse cargo definir o desembolso das verbas consignadas.

Quanto vai custar para reerguer essa localidade?
Jane aprendeu que o custeio de impactos deve ficar sob a responsabilidade do setor de administração e compensações do SCC. Também, a etapa da recuperação de desastres requer que a responsabilidade seja delegada a um setor que receba a outorga excepcional.

Prever o imprevisível e estabelecer o preço para um desconhecido possível.
Esse é um conceito díspar - pois orçar aquilo que ainda não se sabe o que é, torna a investigação algo incomum, porque o “objeto” estudado está no futuro, mas pelas probabilidades, pressupomos que ocorrerá, portanto, é “arte”. Então o paradigma inovador é interpretar “arte” sob a ótica da "ciência". Algo até então impensável.




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