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CONTROLE DO ESTRESSE #9

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • 9 de jun.
  • 3 min de leitura

“CHEGAR À CENA COM SEGURANÇA”

Os riscos visíveis e invisíveis devem ser avaliados antes de entrar na cena


A SEGURANÇA EMOCIONAL NO CAMINHO PARA CENA

A segurança de tudo e de todos em uma emergência médica decorrente de colisões e batidas veiculares tem início quando o socorrista precisa se deslocar até a cena.


Ao receber uma chamada reportando emergência médica numa localidade ou no trânsito implica em a equipe de socorristas planejar o trajeto até o local da ocorrência, devido às diferentes naturezas e complexidades das ameaças presentes nas comunidades viárias.

Em geral, o controlador de telecomunicações repassará instruções e orientará o socorrista.


A partir das orientações, o socorrista considera perigos e projeta ações de controle.

Por exemplo: se a cena envolver pessoa da empresa em uma colisão ou batida de veículos automotores o socorrista pode lembrar que incidentes automobilísticos são responsáveis pela maioria das mortes e invalidez de policiais, médicos e bombeiros que respondem a chamadas de emergências. Então, socorristas devem se proteger evitando a possibilidade de serem inseridos nessa estatística, se não fizerem previsões dos desafios no caminho .

Planejar o trajeto seguro é imperativo.


RISCOS COMPLEXOS

É importante considerar que nas cenas existem perigos visíveis e invisíveis, portanto a avaliar os riscos deve ser antes de entrar na cena. Se o socorrista concluir que não deve entrar, os procedimentos deverão ser direcionados a sinalizar o local, acionar ajuda especializada e afastar curiosos evitando que mais pessoas precisem de ajuda.


DESAFIOS COMPLEXOS

Em rodovias, ao chegar à cena, estacione de forma segura dando cobertura ao tráfego. Mantenha as luzes de alerta ligadas. Se próximo a uma curva, sinalize cerca de 100 metros antes da curva. Se não estiver seguro, ligue para polícia rodoviária controlar o trânsito.

Considere a possibilidade de fogo em veículos elétricos ou de combustíveis líquidos.


Antes de sair do veículo observe ao redor por 10 segundos. Vista o colete refletivo tanto de dia como à noite, e sinalize o local antes de entrar na cena. Organize a área para o Resgate fazer a aproximação e, principalmente, para que a seguir possa sair da cena.


Crie um perímetro de exclusão para afastar motoristas curiosos.


Dados: no último ano, 136 viaturas de polícia, 22 caminhões de bombeiro e 42 ambulâncias foram atingidas em incidentes mal sinalizados, causando a morte dos ocupantes. No mesmo período, 25.600 ambulâncias sofreram incidentes não-fatais.


INSTABILIDADES COMPLEXAS

Objetos e estruturas podem apresentar instabilidades complexas que incluem veículos, árvores, postes, prédios, marquises e pilhas de materiais. Verifique a condição antes de aproximar da vítima ou de ocupantes de veículos instáveis. Não entre no veículo instável.

Não fique embaixo de objetos ou estruturas e não se exponha em declives.

Nas cidades, não tente apagar incêndios sem treino. Acione o Corpo de Bombeiros.


PERIGO COM ANIMAIS INSTÁVEIS E PEÇONHENTOS

Antes de acessar um veículo colidido procure saber se há no interior animal perigoso.


  • Animais de estimação podem ficar agitados;

  • A sua proximidade pode representar ameaça, atacando em defesa do dono;

  • Animais de fazenda atacam pessoas estranhas que entram nos pastos

  • Animais silvestres como serpente e, escorpião, representam perigo de envenenamento.


Insetos, como abelhas e marimbondos, aranhas e carrapatos aplicam picadas e ferroadas.


Mantenha as vítimas secas e aquecidas.

Considere as intempéries e operações noturnas. Mantenha agasalhos, capa de chuva, lanternas, luzes de sinalização e pilhas sobressalentes, no seu Kit de emergências.


VOCÊ É O SOCORRISTA - NÃO SEJA MAIS UMA VÍTIMA


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