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CONTROLE DO ESTRESSE (2)

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

A REGRA É INTERPRETAR OS DESAFIOS... e pode incluir pessoas especiais

A CONSTRUÇÃO DA AUTOESTIMA

Há uma tendência de que as pessoas muito tuteladas ao longo do processo educacional, desenvolvam um estado permanente de depressão e de baixa autoestima. Essa conduta se manifesta ao requisitar dos outros mais atenção que o normal e, de perder o autocontrole.


Como regra geral, esses indivíduos têm preparo físico precário e estão sempre a necessitar de ajuda para desempenhar tarefas fora das suas rotinas. Eles podem ser encontrados em todos os nichos da sociedade, e são fortes candidatos à forte depressão e estresse agudo.


O dependente ansioso não desenvolve a autoconfiança e tende a não prestar ajuda a ninguém. Esses indivíduos são propensos a sofrer lesões, e causar lesões nos outros.


Os comportamentos antagonistas estão relacionados a problemas causados pela aceleração dos sistemas endócrinos que reduzem o calibre dos vasos e, em longo prazo, potencializam o risco de hipertensão e arritmias cardíacas.


IMATURIDADE EMOCIONAL

Quanto mais protegido na infância, maior poderá ser o grau de imaturidade emocional para enfrentar desafios na idade adulta. Algumas pessoas aprendem com as falhas, enquanto outras ficam ansiosas e até paralisadas quando precisam agir com rapidez.

O PERFECCIONISTA COMPETITIVO

Por seu turno, exagera em produzir desafios. São dotados de personalidades perfeccionista e gostam de competir, causando estresse nos outros. São agressivos ao impor sua vontade.

Gostam de assumir riscos, criam situações de perigo e demonstram não necessitar de ajuda.

Para eles existem apenas o sucesso ou fracasso.


O ESTRESSE ATINGE A TODOS

O estresse atinge igualmente pessoas comuns como também os socorristas profissionais. Em suas jornadas, pessoas que se propõem a ajudar, mesmo com toda a experiência e treinos, também são suscetíveis ao estresse por hesitações dos que precisam de ajuda.


EVENTOS INESPERADOS

As emergências médicas não marcam hora, lugar ou magnitude para ocorrer.


Como regra geral, o agravo de saúde é para todas as pessoas um evento indesejável e, por isso, têm sempre algum potencial de produzir níveis elevados de estresse, no entanto, existem situações que produzem muito mais estresse do que outras.

A conexão entre a fisionomia da vítima com pessoas da família, como idosos e crianças, altera o estado emocional do socorrista, modificando à forma de reagir à dor dos outros.


EFEITOS EMOCIONAIS DA EMPATIA

Os socorristas precisam dominar os efeitos da empatia ao prestar os primeiros socorros, partindo do princípio de que isso resulta dos fatores que relacionam o sofrimento de outras pessoas a partes do cérebro que são ativadas por associações. Crianças, por exemplo, provocam sentimentos de profunda empatia quando são vítimas de violência.


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