A FORMAÇÃO INTELIGENTE
- Randal Fonseca

- 28 de mai.
- 2 min de leitura
A educação corporativa justifica em muito licitar instrutores, retirar o funcionário do local de trabalho e promover a integração dos colaboradores enquanto aprendem entre eles.

Ao longo de quatro décadas a RTI Editora investe em programas de formação profissional.
Para alcançar os objetivos, no passado, a RTI empegou recursos didáticos que incluíram desde as OHT e projetores de Slides para atender os mais diferentes públicos-alvo.

EVOLUÇÃO DOS MÉTODOS DE ENSINO
O mais recente processo de qualificação de profissionais adotado pela RTI é o Ensino Baseado em Cenários em que os alunos são instados a trazer exemplos dos contextos.
NA CONTRAMÃO DA EDUCAÇÃO ESTÁ O CELULAR A DIFICULTAR A INTEGRAÇÃO

Os programas da RTI Editora entende que a integração de equipes se dá em diferentes oportunidades, sendo uma das principais as salas de aula onde os participantes têm oportunidade de debater pontos de vista e sugerir soluções para benefícios de todos.
A metodologia de ensino baseado em cenários, permite ao aluno examinar o seu contexto.
O CICLO É FORMADO por Estímulo → Ação → Recompensa
Estímulo: são desafios envolventes que incentivam atitudes proficientes logo no início.
Ação: aprendizagem ativa: alunos trazem seus contextos para interagir com o conteúdo.
Recompensa: aprendizado consistente com os objetivos da organização.
Fatores indissociáveis da Educação Corporativa, pois promovem a integração dos atores.

O RECONHECIMENTO
Sabemos que desde os primórdios as pessoas buscam alcançar um padrão significativo relacionado aos seus predicados individuais, e o sucesso é uma gratificação que motiva o progresso de indivíduos e equipes a avançar, aplicando o conhecimento na prática.
TECNOLOGIAS PROMOVEM A ADESÃO
Em um passado recente os instrutores empregavam vídeos de conteúdos engessados.
O ensino baseado em cenários é o oposto, pois cada aluno contribui com experiências.

A educação corporativa reconhece que o colaborador precisa entender o "porquê" de aprender algo e quando entende, assume a responsabilidade e busca o conhecimento.
Há que se considerar que o "porquê" é ele mesmo que traz e debate com os demais.




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