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CONTROLE DO ESTRESSE (10)

  • Foto do escritor: Randal Fonseca
    Randal Fonseca
  • há 9 horas
  • 2 min de leitura

O INESTIMÁVEL VALOR DO COMPANHEIRISMO

O valor humano neste caso variará entre “agir para ajudar ou ficar a observar”


REAÇÕES OBJETIVAS E SUBJETIVAS

Pessoas dedicadas a diferentes atividades dentro de uma mesma organização social podem apresentar agravos de saúde por mal súbito, trauma ou a conjugação dos dois.


Nestes casos, compete aos responsáveis pela segurança no local intervir a favor da vítima.


A experiência demonstra que todos os presentes desviarão a atenção do que estiverem fazendo para, objetiva ou subjetivamente ficarem a observar o episódio. Neste caso todos, de alguma forma, até os mais bem preparados para agir, experimentarão o estresse.



EMPATIA

Esse sentimento é descrito popularmente como “sentir o que outra pessoa sente”.

Ou seja, resulta de se colocar objetiva ou subjetivamente no lugar de outro que pode ser a vítima ou o socorrista que de forma abnegada se lançou para ajudar.

Ao experimentar ou apenas compreender os sentimentos e emoções que ali estão sendo vivenciadas, mesmo as pessoas mais insensíveis experimentarão algum estresse.

Neste caso a empatia atua provocando descargas hormonais em maiores ou menores níveis.


 O HORMÔNIO DA AMIZADE

Esse hormônio é secretado em situações como aquela que se dá algo sem esperar nada em troca, ser o socorrista altruísta que atua em favor de uma vítima, seja um humano ou animal.


A ocitocina é o hormônio da empatia para uma comunicação de compreensão e bem-estar.

Entre os socorristas o companheirismo é fator que equilibra o estresse positivo e negativo.

A função dos hormônios tanto de ativar garras e para atacar, como docilizar a mão e abraçar.


O PROFUNDO SIGNIFICADO DE COMPANHEIRISMO

O companheirismo vai muito além da amizade, ao incluir a compreensão, confiança, lealdade, solidariedade e a colaboração diante das ameaças. Esses sentimentos são desenvolvidos entre aqueles que atuam como socorristas em agências ou independentes.

Um exemplo de companheirismo pode ser os bombeiros, o pessoal médico do SAMU, ou das polícias, e no campo das brigadas industriais, agentes da vigilância e da solidariedade.


O companheirismo não deve ser confundido com camaradagem, pois não é isso.

O conceito do companheirismo vai muito além de “estarmos juntos” no plantão. Não é.


COMPANHEIRISMO NAS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

No âmbito das organizações, o companheirismo inclui colaborar com o outro, para juntos enfrentarem desafios no local de trabalho e ir além, quando um companheiro sente a dor do outro, se compadece e se solidariza, auxiliando em todas as suas necessidades.

Por exemplo, o companheirismo na segurança privada se caracteriza pelo modo amistoso, cordial, bondoso e leal de convívio, ou seja, o sentimento que torna o colega em membro da família, devido aos laços de reciprocidades diante de ameaças de todas as magnitudes.

Entender o companheirismo é alcançar o ponto de compreensão em que todos são iguais a um, com disposição para atuar com princípios, com foco nos objetivos comuns da função.

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